PANQUECAS DE AVEIA E BANANA

Por esta altura já devem ter percebido que adoro panquecas!
E é mesmo verdade. Tenho a paciência e a vontade de perder tempo a cozinhar determinadas receitas cá em casa. Aos fins-de-semana, são as panquecas!
Mas desta vez, em vez da farinha de centeio usei farinha de aveia e juntei banana. Ficou melhor, mais leve e delicioso...

Esta já é uma tradição familiar. 
Desde pequena que me lembro de fazer noitadas de panquecas ou longos pequenos-almoços em casa da minha mãe!
Aqui fica a receita para tornar as manhãs de sábado ainda mais doces!


A base é sempre igual excepto na escolha da farinha. 
Aveia!!





Corto a banana em rodelas finas e coloco por cima da massa na frigideira!





Resultado final!

Esta pequena delícia veio a acompanhar de uma boa chávena de café!

Bom fim-de-semana!


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EXPRESS YOURSELF... WITH ELETTA


"To see a World in a grain of sand,
And Heaven in a wild flower,
Hold Infinity in the palm of your hand,
And Eternity in a hour..."




















Fotografia | Bernardo Coelho


Styling | Relógios Eletta

Texto | "Auguries of Innocence", William Blake



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IR É O MELHOR REMÉDIO!

Viajar é, sem dúvida, um dos maiores presentes da vida. A sensação é pessoal e intransmissível, como se fossemos contra uma parede para logo ficarmos completamente arrebatados. É simplesmente único mas o que gosto mais ainda é de não criar qualquer expectativa. Libertar a mente, fechar os olhos a qualquer imagem predefinida, a qualquer preconceito, não ouvir opiniões. Partir sem referência e sentir-me preparada para tudo. É literalmente uma chapada deste mundo, um abanão, uma sensação de pequenez porque de facto neste globo existem lugares mágicos, intocados e preciosos. Eu apenas tenho a sorte de os conhecer na hora certa e com a companhia perfeita.
Deixar uma Lisboa quente a convite de alguém que já se perdeu por África faz muito tempo. O objectivo? Fotografar. Disparar. O Arquipélago das Bijagós, na Guiné Bissau, é composto por 88 ilhas. É uma reserva natural, apadrinhada pela Unesco e onde encontramos uma biosfera tão diversificada quanto é possível sonhar.
Uma destas 88 ilhas é a bela Île de Keré, quase dois hectares, de verde, palmeiras, areia branca e um ecoturismo pensado ao detalhe, construído para fazer deste sítio a casa de quem por ali passa. 
Não é um destino óbvio, lamentável ou felizmente. Depende da perspectiva. A verdade é que o destino é pouco explorado, factor que o torna tão apetecível e especial. É garantido que quem para aqui viaja regressa à sua cidade como se tivesse parado no tempo. Não, não falo de época histórica. Falo da magia da Mãe África, das cores exuberantes, dos sorrisos brancos, dos olhos grandes, da água quente, da flora e da fauna únicas, do nascer e do pôr-do-sol.
Não há como não me sentir abençoada por testemunhar tanta beleza, fazendo algo que me apaixona e que posso guardar para sempre, não apenas na memória mas nas paredes da minha casa.

Até parece que Deus colocou o dedo na água e dali nasceu esta pequena ilha. As aventuras são muitas. Visitas de barco, pesca desportiva, passeios por outras ilhas, conhecer as tabancas (aldeias) onde vivem os bijagós e brincar com as crianças, observar de tartarugas e hipopótamos ou, simplesmente, ficar de papo para o ar, aproveitar a areia branca e o mar límpido! 
Sermos recebidos em francês, com um gin tonic na mão, conhecer o Aladin e o Pepito (nunca tinha visto um gato na água desta forma), deliciarmo-nos com os crepes do Armando e do António (aliás a cozinha toda!), comer peixe de todas as formas e a acompanhar um vinho branco gelado.

Assim é sentir a vida e o trabalho do Laurent, o homem que um dia sonhou e conseguiu!
A certeza de que quem lá vai, não volta da mesma maneira!














































Fotografia | Miguel Pinheiro e Tatiana Figueiredo

Location | Arquipélago das Bijagós (Poilão, Orango, Caravela e Île de Keré)


Boa Viagem!


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